sexta-feira, junho 10, 2011

FASCÍNIO

(imagem recolhida na internet)

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Navegando a toda a hora

Num esforço sem quebranto,

Fomos rumo ao mar de fora

Onde os mundos são de espanto.

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Sob o signo de desgraças

A coragem foi o manto.

Desprezàmos ameaças

E tragédias, feitas pranto.

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Com fascínio tão visível,

Ora medo, logo encanto,

Só o mar tornou possível,

A tão poucos, fazer tanto.

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Vítor Cintra

Do livro: PEDAÇOS DO MEU SENTIR

3 comentários:

as-nunes disse...

Evidentemente. Gostei deste poema. Como não apreciar a poesia do Vitor!

Não tenho deixado aqui muitos comentários. Mas perdoa-se este acto. Uma pessoa perde-se com a poesia que paira neste blogue...e não só.
Já estou a ouvir a "plylist" há uma data de tempo, enquanto estou por aqui no computador.

E vou continuar a ouvir...é mesmo a música que eu gosto...de que anos? Eterna, certamente...não é de modas.
Uma saudade imensa...
e ao ler http://vitorcintra.blogspot.com/2011/01/diaspora.html

ainda mais...

Um grande abraço, Vitor Cintra
António

Maria da Luz Borges disse...

Lindo!!!
Só mesmo tu meu irmão! Que orgulhosa estou!!!

varandasazuis disse...

Ah...vir aqui é bom demais...verdadeiro afago na alma...maravilhosos poemas e belas musicas...puro encanto!

abraços agradecidos por momentos tão prazerosos!