domingo, novembro 01, 2009

LONGE



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Entre o longe dos teus olhos
E a distância das raízes,
Lembro dias bem felizes
Longe deste mar de escolhos.
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Lembro um tempo, sem idade;
Julgo ouvir-te e o que me dizes.
- Turbilhão de tantas crises,
Toda a minha mocidade-.
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Vejo, imagem da saudade,
O teu rosto, sorridente,
Que me anima docemente;
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E, vivendo a crueldade
Dum deserto de distância,
Sinto a dor da minha ânsia.
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VITOR CINTRA
do livro " Entre o Longe e o Distante "

3 comentários:

Sonhadora disse...

Victor
Bonito poema, feito nostalgia
Um beijo
Sonhadora

Manu disse...

Poeta Vitor!

Entre o longe e o distante
algures no meio há magia
mensagem, diria, relevante
com importância de poesia

Brevemente farei um artigo sobre os livros, da Temas Originais, que tenho lido. Bom Domingo. Abraço.

M@ria disse...

lindo poema poeta.Parabéns!
Amo passar por aki

Beijos..........M@ria