domingo, janeiro 11, 2009

MEU PAI



Deixei irmãos, deixei Mãe,
Deixei a casa. Parti.
Deixando meu Pai também.
E fi-lo por crer em ti.

Apostei nessa aventura
Paz, amor, tranquilidade.
Num assomo de loucura
Apostei a mocidade.

Mais tarde, sem amargura,
No regresso ao meu passado,
Senti, de meu pai, ternura.

Apesar de magoado,
Num gesto de alma, murmura
O perdão do meu pecado.

VITOR CINTRA
do livro " Dispersos "

8 comentários:

as-nunes disse...

Como não seguir a alma de um poeta?
Vida sem poesia não faz sentido.
Um grande abraço amigo Vitor.
António

FERNANDA & POEMAS disse...

QIUERIDO AMIGO, BELÍSSIMO POEMA... DESEJO-TE UMA BOA SEMANA... UM ABRAÇO DE CARINHO E TERNURA,
FERNANDINHA

Liar disse...

Lindo, Poeta!
Parabéns
Boa semana
Céci

Ester disse...

Oi amigo,

Tive problemas com meu antigo endereço de blog, POR FAVOR adicione o novo url:

http://esteranca.blogspot.com

(sem cedilha)


obrigada pela e a paciência!!!


abraços.

Ana Martins disse...

Caro Vitor,
Lindo, muito lindo este soneto!

Beijinhos

Ana Martins disse...

Amigo Vitor,
não sabia que fez anos ontem, ( dia 11 ), meus parabéns atrasados e votos que este dia se repita por muitos e longos anos, sempre na companhia de todos os que ama e lhe querem bem.

Beijinhos,
Ana Martins

Odele Souza disse...

Vitor,

Bom te encontrar também neste teu espaço tão bonito.

"Senti de meu pai ternura"
Ternura de pai: Que coisa boa.

Boa semana amigo querido.

Maria Clarinda disse...

Ops...PARABÈNS atrasados mas com a mesma intensidade.
Um poema maravilhoso...os pais...sempre assim...Jhs mil