sexta-feira, abril 27, 2007

SOFIA



SOFIA



De pequena refilona,
Sem receio de ninguém,
Pondo tudo na " mafona "
- Aliás, como convém -.

Foi crescendo, sendo arguta,
- Sempre a mesma " trovoada " -
Quando envolvida em disputa,
Nunca a vi ficar calada.

Se a razão lhe não assiste,
Argumenta a seu favor;
E faz isso com fervor.

Se o momento for mais triste
Acha sempre uma maneira
De ser boa companheira




VITOR CINTRA

do livro " ECOS "

6 comentários:

Vera disse...

Uma menina como tantas, por por quem se nota ter um amor e admiração, mesmo pelo estilo "refilão"!
Uma homenagem muito bonita à Sofia.

Beijinhos

ANA LUCIA disse...

ADOREI!!!
MUITO LINDO OQUE VC POSTOU!!!
DESEJO-LHE UM FINAL DE SEMANA MUITO ALEGRE!!!

leituras disse...

Descrita magistralmente.
Era assim a Sofia pequenina que tive a felicidade de conhecer.
Hoje, mulher e mãe, o que perdeu em irrequietude, ganhou em companheirismo.

Bela forma de descrever e homenagear uma filha.

Boa semana

Odele Souza disse...

Meu amigo poeta,

Ainda não tinha tido o prazer de conhecer este teu outro espaço.E como sua admiradora que sou, é mais um dos lugares que passarei a visitar com frequência. Que bonita e doce essa sua relação com os filhos mostradas em seus poemas. Todos os filhos deveriam receber de seus pais esse amor.
Fique com meu carinho.

Bruxinhachellot disse...

Mesmo nos momentos de tristeza temos com quem contar. Belas palavras.

Beijos de ar.

Anónimo disse...

Que orgulho tenho no meu irmão!!!
Que amor tenho a esta família que Deus me confiou!!!
Que verdadeiro é este poema...A nossa Sofia é mesmo assim!!!