segunda-feira, janeiro 11, 2010

AO ACASO

















Ao acaso 'screvi os meus poemas
Sem receio das críticas de alguém;
Ao acaso seleccionei os emas,
Convencido de que o fazia bem.

Ao acaso deixei meus pensamentos
Estampados em folhas de papel;
Ao acaso senti, muitos momentos,
Nesses versos amargo gosto a fel.

Ao acaso deixei correr o tempo,
Mergulhado na minha solidão,
Sem ter medo da perda da razão;

Conseguindo viver, a meu contento,
O direito dum sonho, sem ter prazo,
Ao acaso, mas não por mero acaso.


VITOR CINTRA
do livro " Ao Acaso "

6 comentários:

Alma de Poeta disse...

Amigo, nesta data não poderia deixar de marcar presença para te desejar um feliz aniversário.

Que contes muitos!

Grande beijinho
Isabel

M@ria disse...

lindíssimo...........parabéns!

Bom dia...........M@ria

Sonhadora disse...

Meu querido Amigo
Mais um belo poema, com que nos brindas.

Ao acaso deixei correr o tempo,
Mergulhado na minha solidão,
Sem ter medo da perda da razão;

Como me fala à alma.
Adorei

beijinhos carinhosos

Sonhadora

Manu disse...

Poeta Vitor Cintra!

No acaso surge um verso
emergindo das profundezas
farto de estar submerso
quer mostrar suas proezas

E no meio de tantos acasos escrevem-se poesias de encanto e beleza. Abraço

cristal de uma mulher disse...

Victor meu querido aqui tudo me encanta,cada palavra um sorriso,cada sentimento aqui um sonho.Os teus versos não tem explicações ele são vivos como a natureza que linpa a terra em cada pingo de chuva.Eu poderia falar muitas coisas mais aqui,mais para que se tu falas tudo!!!!!!

Meu beijo de luz amigo

cristal de uma mulher disse...

Victor meu querido aqui tudo me encanta,cada palavra um sorriso,cada sentimento aqui um sonho.Os teus versos não tem explicações ele são vivos como a natureza que linpa a terra em cada pingo de chuva.Eu poderia falar muitas coisas mais aqui,mais para que se tu falas tudo!!!!!!

Meu beijo de luz amigo