terça-feira, julho 14, 2009

VENTO poema de Vitor Cintra




VENTO


Que, em brisa suave,
Acaricias o nosso amor,
Quando um dia,
Irmão de mágoas,
Aqui voltares,
Lembra-te
Que aqui nos viste
Amar
E murmurar juras eternas,
E, vento,
Se ela as quebrar,
Solta então a tua fúria
Para que o eco,
O cheiro,
E o sabor,
Deste amor,
Se dispersem pelo infinito
E ela sinta,
Que aqui,
De mim,
Nada restou.


VITOR CINTRA

do livro " Pedaços do Meu Sentir "

2 comentários:

Å®t Øf £övë disse...

Quando um amor é forte, nem mesmo o vento o consegue levar. O máximo que poderá fazer é ajudar a que seja propagádo.

Maria, Simplesmente disse...

E não poderá ser ele?...
Normalmente é.
Maria