
Ó tu, deusa maior da lusa gente,
Que, nas histórias vivas do passado,
Ousaste, com olhar mais indulgente,
Deixar-nos ver da terra um outro lado;
.
Ó tu, Moira seráfica, sem tempo,
Chegada à Lusitânia noutra era,
Que deste aos portugueses mor alento,
Capaz de derrotar qualquer Quimera;
.
A nós, que somos filhos desse povo
A quem, por protecção de Juno e Marte,
Deixaste que chegasse a toda a parte,
.
Tecida a nossa vida em fio novo,
Demonstra que a coragem doutros tempos
Apenas nos deixou por uns momentos. .
Vítor Cintra
Do livro: ENTRE O LONGE E O DISTANTE
Que, nas histórias vivas do passado,
Ousaste, com olhar mais indulgente,
Deixar-nos ver da terra um outro lado;
.
Ó tu, Moira seráfica, sem tempo,
Chegada à Lusitânia noutra era,
Que deste aos portugueses mor alento,
Capaz de derrotar qualquer Quimera;
.
A nós, que somos filhos desse povo
A quem, por protecção de Juno e Marte,
Deixaste que chegasse a toda a parte,
.
Tecida a nossa vida em fio novo,
Demonstra que a coragem doutros tempos
Apenas nos deixou por uns momentos. .
Vítor Cintra
Do livro: ENTRE O LONGE E O DISTANTE
2 comentários:
Actualmente o alento dos portugueses (na minha opinião) anda esmorecido. O poema é grandioso e toca o nosso patriotismo e a nossa História.
Vítor, boa noite!
O José Gouveia tem toda a razão quando diz que actualmente os portugueses andam esmorecidos, mas, este esmorecimento paga-se caro, é urgente que nos façamos ouvir e não bastam umas centenas de vozes, temos que ser um por todos e todos por um.
Excelente soneto, parabéns!
Beijinho,
Ana Martins
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