sábado, dezembro 13, 2008

GRAÇAS




Amo deveras meus filhos,
Co'uma paixão compulsiva,
Não foram nunca cadilhos
Mas minha essência, bem viva.

Quis o destino, também,
Fazer de mim protector
De outros, com pai e mãe,
Contudo órfãos, de amor.


Hoje dou graças a Deus
Por ter-me dado o vigor,
Que fez dos meus, e dos teus,
Gente de bem, com valor.


VITOR CINTRA
do livro " Murmúrios "

1 comentário:

Ana Martins disse...

Caro poeta,
não conhecia este espaço, mas gostei muito, parabéns.

Beijinhos